Por que fortalecer a relação entre escola e família?


Relação entre escola e família

Escola e família são dois eixos fundamentais na formação de um ser humano. Enquanto à primeira cabe a tarefa de conduzi-lo pelas etapas da escolarização formal, à segunda compete o trabalho mais amplo de educar. Por fim, é possível dizer que ambas as partes contribuem de maneira decisiva para a educação como um todo.

Com o passar dos anos a relação entre escola e família foi se transformando. O que é natural, tendo em vista as mudanças que cada um desses lados passaram de maneira particularizada. O surgimento das novas tecnologias e o acesso mais difundido a elas teve influência notória sobre a construção de novos hábitos.

A sociedade já não é mais a mesma. Mas a aliança entre a comunidade escolar e os pais continua sendo de suma importância para o bom desenvolvimento de alunos e cidadãos.

No post de hoje, veremos por que vale a pena buscar fortalecer essa parceria. Acompanhe!

A pandemia e o estreitamento entre escola e família

Como já não é novidade, a pandemia da COVID 19 obrigou os alunos a acompanharem as aulas de maneira remota, como método de prevenção à doença. Assim, consequentemente, a escola passou a adentrar os lares e a ficar mais próxima do cotidiano das famílias. Este fenômeno intensificou ainda mais a importância da participação dos pais na vida escolar de seus filhos.

As famílias que se envolveram com maior afinco nesse processo puderam compreender melhor as lições e as dinâmicas das aulas, os métodos aplicados, as formas de avaliação e até mesmo as dificuldades dos estudantes, entre outros aspectos.

Tal envolvimento deve ser alimentado daqui para frente, sobretudo, considerando um mundo que ainda viverá com muitas dúvidas e receios frente ao novo normal. Mais do que nunca, incentivar, apoiar e orientar os jovens fará toda a diferença em sua formação acadêmica.

Benefícios da relação entre escola e família

Quando escola e família caminham lado a lado, alimentando uma relação complementar, os resultados podem ser vistos além de boas notas no boletim. Este elo tende a proporcionar bases socioemocionais mais consistentes às crianças e jovens que ganham, então, maior confiança e equilíbrio. Eles passam a se sentir mais amparados e assistidos. Suas conquistas se tornam mais visíveis, enquanto suas limitações podem ser trabalhadas sob diferentes ângulos. Além disso, os níveis de evasão e delinquência se tornam menores.

A escola precisa criar oportunidades e pontos de contato para integrar o acompanhamento dos pais. Já estes devem se esforçar para irem além de apenas levar e buscar os filhos na escola. A verdadeira participação se aprofunda em seus interesses, suas potencialidades e conflitos.

Uma época que merece especial atenção é a transição do ensino médio para a próxima fase. A escolha de uma profissão ou de qualquer outro caminho costuma gerar angústias e inseguranças, que podem assumir quadros mais complicados sem um suporte familiar dedicado e sensível. Portanto, esta é uma ótima hora para escola e família unirem forças em prol da saúde, física e mental, do jovem em preparação para a vida adulta.

Novas oportunidades

Com o método de ensino híbrido, que mescla aulas presenciais e remotas, o elo que foi estreitado dentro dos lares em tempos de isolamento social não será perdido. Então, haverá novas e ótimas ocasiões para continuar estimulando a participação dos pais na vida escolar de seus filhos. É necessário se adaptar! Entretanto, se adaptar com qualidade para o melhor rendimento possível e formação das novas gerações.

Leia mais sobre ensino híbrido neste artigo que relaciona modelos básicos para a sua aplicação.

Referências: Correio Braziliense, Direcional Escolas, Escola em Movimento.